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O que é e o que faz um calígrafo?

Dedicados a arte das letras, o calígrafo é um profissional que é lembrado para a criação de convites, cartas, assinaturas e demais ocasiões sociais.

Apesar do desenvolvimento da tecnologia ter avançado de modo significativo com o tempo, os serviços de um calígrafo ainda tem sido bastante requisitados por quem opta pelo requinte e exclusividade.

Para entender mais sobre o trabalho deste profissional, criamos este artigo que vai explicar todos os detalhes da profissão que usa a arte para tornar um mundo mais belo.

O que é e o que faz um calígrafo?

O calígrafo é o profissional dedicado a arte da caligrafia e que domina a técnica de escrever à mão. Normalmente usa pena, mas também pode utilizar pinceis ou canetas para criar um estilo particular de escrita.

Isso faz com que ele seja procurado para fazer convites para casamento, festas, batizados, formaturas, desfiles de moda além de diplomas, dedicatórias e até logomarcas tornando o evento único, já desde a primeira impressão.

Quanto ganha um Calígrafo?

O profissional calígrafo ganha por produção e o seu preço pode depender de muitos fatores, como estilo de letra, quantidade, linhas, laudas, caracteres etc. Com base nisso, a média é de R$ 2 a R$ 5 por envelope que, dependendo da quantidade produzida, pode gerar uma renda de mais de R$ 2 mil por mês.

Como se tornar um profissional da caligrafia?

Para se tornar um calígrafo, o interessado por realizar cursos e treinamentos relacionados tanto a caligrafia quanto à handlettering.

Texto escrito Handlettering, também conhecido como 'calígrafo'
Handlettering é como também é conhecido o calígrafo (fonte: DW/reprodução)

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o calígrafo é bem aquecido na criação de convites para casamento, formaturas e outros eventos sociais. Entretanto, é preciso que o profissional se capacite e utilize suas habilidades empreendedoras para conquistar mais clientes.

Além disso, para começar não é preciso investir muito, basta comprar os materiais básicos, que, segundo o Extra, não passam de R$ 1 mil.

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